O ponto de partida
Um filho que se escondia atrás da porta
A cada consulta, o mesmo ritual: choro, contenção física, promessas quebradas. A dor durava três segundos. O medo durava meses.
Nossa história
Nenhum comitê de inovação inventou o Buzzy. Ele começou em uma cozinha, com uma mãe médica, um filho apavorado com agulhas e uma pergunta simples: por que ninguém resolveu isso ainda?

O ponto de partida
A cada consulta, o mesmo ritual: choro, contenção física, promessas quebradas. A dor durava três segundos. O medo durava meses.
A descoberta
A Teoria do Portão da Dor é conhecida desde 1965. Vibração e frio ocupam a via nervosa antes da dor chegar ao cérebro. Faltava um dispositivo simples que qualquer profissional pudesse usar em 30 segundos.
O protótipo
O formato não foi estética: foi estratégia clínica. A criança olha para a abelha, não para a agulha. A distração faz parte do tratamento.
Hoje
De hospitais pediátricos a laboratórios, clínicas de estética e pacientes que se aplicam insulina em casa. A mesma ideia, na mão de quem precisa.